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A vida do Rio Ave Futebol Clube, dos seus Associados e da sua Cidade. Futebol Nacional, com especial interesse no percurso do RAFC.

terça-feira, janeiro 06, 2004

Se... 

Poderia ter sido uma bonita estreia do Estádio do Dragão em jogos oficiais para a Superliga, mas quis o tapete que assim não fosse. Tapete deveria, esse sim, ter sido estendido à  equipa do Rio Ave pela entrega e réplica que prestou no jogo de ontem. Para quem assiste assiduamente aos jogos da equipa no Estádio do RAFC, percebeu, ou deveria ter percebido, que mais seria impossí­vel. Existem, de facto, alguns aspectos a rever e, neste caso, refiro-me concretamente à linha avançada da equipa que é, por demais evidente, a principal lacuna da mesma. Aliás, tem sido o apanágio das últimas temporadas. E ontem, nas (poucas) oportunidades criadas, foi enervante reparar na atrapalhação em que uma bola de futebol se consegue tornar para determinados profissionais (?). Com isto tudo quis apenas dizer que o Rio Ave apresentou-se nas Antas sem complexos de inferioridade, à  semelhança do que já acontecera nos relvados da capital, de tal modo que conseguiu complicar sobremaneira as intenções azuis-e-brancas. Caindo na tentação de fazer uso da palavra "injustiça" apenas por uma única vez, seria mesmo muito injusto justificar a má prestação portista apenas pela falta de clarividência, pela falta de Derlei, pela convocação de jogadores pouco rotinados. O F.C.Porto "simplesmente" defrontou o RAFC.
Para concluir que, tendo em conta de que se tratava do jogo 1000, esperava um pouco mais do que os 18.800 adeptos presentes no Estádio das Antas. Da nossa terra viajaram 100 e fizeram-se ouvir... com razão!
Uma última palavra para Mozer, o nosso melhor jogador no momento.
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